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Setor automotivo se move no vácuo da crise na Europa

A semana se encerra com um quadro nada animador para o mundo sobre rodas, principalmente as vindas da Europa

A semana se encerra com um quadro nada animador para o mundo sobre rodas, principalmente as vindas da Europa. 

Da França vem a mensagem do porta-voz da Renault, Barb Raluca, informando que a empresa francesa vai cortar 300 mil postos de trabalho em sua fábrica de Flins, cidade próxima a Paris, nos próximos dois anos. 

Tais demissões ocorreriam por reformas antecipadas ou saídas voluntárias. 

A PSA Peugeot Citröen, através de seu CEO, Philipe Varin, informou que o corte de 1 bilhão de euros relativos a questões trabalhistas – tratadas com as lideranças sindicais francesas -, não será suficiente e a empresa vai reduzir a produção de alguns modelos, como subcompacto 208 Peugeot, feito em Poissy, oeste de Paris. 

Há dúvidas e questionamentos sobre a possibilidade de a empresa vir a fechar unidades em Aulnay, Rennes e Madri. 

No Clube de Executivos de Chicago, o CEO da GM, Dan Akerson, a situação na Europa preocupa. A GM está negociando com os sindicatos e o governo de Bochum, na Alemanha, o fechamento da unidade de produção local, bem como a possibilidade de fechar uma parceria com a PSA. 

Mas a grande manchete desta sexta-feira foi a celebração de acordo entre a Toyota e a BMW – notadamente para o desenvolvimento de veículos híbridos de alto rendimento. 

Numa tacada só, a BMW desbancou a PSA, com quem mantinha esse acordo de cooperação, não aceitou fazer o mesmo acordo com a GM e colocou os alemães da Volkswagen/Audi de cabelos em pé.

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