“Onde queremos chegar?” Quem responde é o vice-presidente da Continental

“Nosso foco principal hoje é a redução de custos para nossos clientes”. A frase é do vice-presidente executivo de pneus para veículos comerciais da Continental Tire North America Inc., Paul Williams, e serviu como introdução à apresentação dos novos serviços de recapagem que a Continental Pneus está introduzindo no Brasil.

“Nosso foco principal hoje é a redução de custos para nossos clientes”. A frase é do vice-presidente executivo de pneus para veículos comerciais da Continental Tire North America Inc., Paul Williams, e serviu como introdução à apresentação dos novos serviços de recapagem que a Continental Pneus está introduzindo no Brasil.

Segundo Paul Williams o conceito ContiLifeCycle em testes aplicados nos Estados Unidos foi um grande diferencial em relação aos concorrentes diretos da empresa alemã, como a Bridgestone e Michelin.

“Rodamos 120 mil quilômetros com bandas de rodagem ContiRe e obtivemos uma economia de combustível equivalente a 2.921,10 euros por caminhão, ao preço de 1,30 euro por litro de diesel”, relatou ele ao destacar que esse resultado valeu a aprovação da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA), primeiro que os demais concorrentes diretos da marca.

“Onde queremos chegar?”, disse ele ontem para uma plateia composta por jornalistas e distribuidores presentes ao lançamento da ContiRe, em Jundiaí (SP). Ele mesmo respondeu: “Nosso foco é entregar o custo mais baixo de rodagem e atuar dentro de todo o ciclo de vida do pneu, garantindo ao cliente um melhor custo por quilometragem”.

Não satisfeito, o vice-presidente executivo da Continental Tire North America questionou de novo: “Como vamos oferecer isso? Vamos fazer isso cuidando de todo o ciclo de vida do pneu”, respondeu. “E como vamos chegar lá? Vamos deixar de ser uma empresa que só vende o pneu para ser uma empresa que vende não mais apenas um pneu, mas sim uma solução completa em pneus e serviços”, disse.

Brasil no mapa estratégico

Em total sintonia com a posição de Paul Williams, o manager da Continental para as Américas, John Barnes, destacou o fato de o Brasil ser o segundo maior mercado de recapagem das Américas, atrás apenas dos Estados Unidos.

“O segundo motivo é porque nossos concorrentes diretos estão fazendo isso. Outro é a preocupação que temos em reduzir custos de nossos clientes, no caso, com combustíveis, além de custos com pneus. Posso destacar ainda o motivo do impacto ecológico positivo que a atividade de recapagem tem”, disse.

De forma muito transparente, típica do ambiente de mercado aberto e de jogo direto nos Estados Unidos, Barnes destacou que a Continental não está sozinha. “Não estamos sozinhos nesse mercado. A Bridgestone e a Michelin já estão com padrões estabelecidos. A Goodyear também está entrando dentro dessa tendência, mas está um pouco mais atrasada que todos”, afirmou.

Segundo ele, a Bridgestone está forte com a Bandag na Europa, mas a Continental está crescendo bem nos Estados Unidos, com mais de 70 bandas diferentes aprovadas nos Estados Unidos – pela EPA – sendo que para a América Latina estão aprovados mais de 50 moldes – com exceção do desenho de banda Super Single, cuja demanda ainda é pequena, embora já esteja no radar para lançamento futuro.

Nos EUA

O manager da Continental para as Américas, John Barnes, destacou que a Continental já conta com sete dealers que atuam na modelagem ContiLifeCycle, nos Estados Unidos, sendo mais dois dealers no Canadá. “Outros 39 dealers estão sendo avaliados neste momento”, destacou ele, ao relacionar oito dealers no México, com perspectiva para mais dois até o final do ano.  “No Equador temos dois dealers”, disse.

Segundo o gerente do setor de recapagem da Continental Pneus, Wilson Rozella, para o Brasil estão sendo estimados dois dealers neste momento.

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